Prestamos assessoria em direito público e direito administrativo, acompanhando licenciamentos, impugnações e ações administrativas, com foco na proteção efetiva dos interesses dos nossos clientes.
As decisões da administração, tomadas no exercício de poderes de autoridade no âmbito do direito administrativo, condicionam diretamente o património e a atividade económica. Autorizações, licenças, planos, sanções, omissões ou decisões de revogação podem determinar a viabilidade de projetos urbanísticos, industriais, ambientais ou de investimento público e privado.
Antes de avançar para um projeto ou investimento sujeito a controlo administrativo, avaliamos o enquadramento legal aplicável, identificamos riscos de caducidade de títulos, condicionantes urbanísticas e ambientais e eventuais questões constitucionais relevantes. A partir dessa análise, definimos uma estratégia de atuação em direito administrativo e constitucional que permita ao cliente decidir de forma informada.
Quando surgem atos ilegais, omissões injustificadas ou decisões que lesam o património de particulares ou empresas, analisamos a existência de fundamentos para impugnação no âmbito do direito administrativo e para responsabilidade civil extracontratual do Estado. Quantificamos danos, com base em elementos económicos e documentais, e avaliamos a via mais adequada em cada caso, como reclamação, recurso hierárquico, impugnação contenciosa ou ação indemnizatória.
Em matérias de ambiente e ordenamento do território, articulamos avaliação jurídica, impacto regulatório e diálogo institucional, acompanhando procedimentos com autoridades administrativas e regulatórias, para que os clientes consigam concretizar projetos em conformidade com o regime legal aplicável, reduzindo incerteza regulatória e litigância desnecessária.
Apoiamos promotores, empresas e particulares na obtenção, renovação e alteração de licenças de construção, utilização, exploração industrial e operações de loteamento, no âmbito do direito administrativo. Analisamos planos municipais e especiais de ordenamento do território, verificamos compatibilidade dos projetos com os instrumentos de gestão territorial e preparamos pedidos de informação prévia, comunicações prévias, licenças e autorizações.
Acompanhamos vistorias e demais diligências administrativas, identificando antecipadamente riscos de indeferimento ou caducidade. Em caso de atraso, indeferimento ou declaração de caducidade de títulos, avaliamos prazos, fundamentos invocados e cumprimento do direito de audição. Quando adequado, apresentamos reclamações, recursos hierárquicos ou impugnações contenciosas, típicas do direito administrativo, com o objetivo de repor a legalidade e proteger o investimento já realizado.
Prestamos consultoria em direito do ambiente e em procedimentos de avaliação de impacte ambiental, licenciamento ambiental, gestão de resíduos, emissões e outras obrigações regulatórias relevantes. Ajudamos a estruturar projetos de forma compatível com as exigências legais nacionais e europeias, tendo em conta princípios como o desenvolvimento sustentável, o poluidor-pagador e a prevenção de riscos ambientais.
Apoiamos na preparação de estudos, relatórios e respostas a notificações das autoridades, bem como na definição de medidas de mitigação e compensação.
Quando decisões administrativas suscitam dúvidas de conformidade constitucional, como em casos de restrições relevantes a direitos de propriedade, iniciativa económica ou outros direitos fundamentais, elaboramos petições e peças processuais que articulam direito administrativo e constitucional. Acompanhamos processos em tribunais administrativos e, quando necessário, suscitamos questões de constitucionalidade e acompanhamos processos junto do Tribunal Constitucional.
Representamos particulares e empresas em ações de responsabilidade civil extracontratual do Estado e demais entidades públicas, quando decisões ilegais, omissões injustificadas ou atrasos significativos, causam danos patrimoniais ou outros prejuízos juridicamente relevantes.
Procedemos à análise dos atos e omissões em causa, avaliamos a existência de ilegalidade, dano e nexo causal, e trabalhamos com peritos e consultores financeiros na quantificação dos prejuízos. A partir daí, definimos a estratégia mais adequada, passando pela tentativa de solução negocial, reclamação prévia ou instauração de ação indemnizatória junto dos tribunais administrativos. Ao longo do procedimento, acompanhamos diligências probatórias, decisões intercalares e eventuais recursos, mantendo o cliente informado sobre riscos, custos e cenários prováveis.
Acompanhamos processos administrativos com um plano estruturado em direito administrativo e foco em resultados.
Conduzimos impugnações administrativas e judiciais, garantindo defesa robusta em matéria de urbanismo, ambiente e responsabilidade do Estado, no contexto do direito administrativo.
Articulamos direito administrativo, urbanismo, ambiente e constitucional, procurando soluções coerentes e sustentáveis do ponto de vista jurídico e regulatório.
Acompanhamos licenciamentos, planos, sanções, contratos e impugnações administrativas, bem como ações de responsabilidade contra o Estado. Trabalhamos desde a fase de planeamento de projetos até à contestação de atos ilegais ou omissões que afetem o património ou a atividade dos clientes.
Sempre que o projeto dependa de autorizações, licenças, planos municipais ou decisões regulatórias. Antes de investir, analisamos o enquadramento jurídico, identificamos condicionantes urbanísticas e ambientais, riscos de caducidade de títulos e eventuais questões de direito constitucional que possam comprometer o negócio.
Avaliamos o impacto de medidas do legislativas quanto a setores específicos, contratos públicos, taxas, contribuições e benefícios. Apoiamos associações e empresas na leitura das normas, na preparação de contributos em consulta pública e na eventual contestação de medidas que violem princípios de direito público ou da constituição.
Reconstituímos o procedimento, avaliamos prazos e fundamentos de impugnação e escolhemos a via adequada: reclamação, recurso hierárquico, ação de impugnação ou pedido de intimação para prática de ato devido. O objetivo é repor a legalidade e limitar danos para o cliente.
Intervimos quando a administração declara a caducidade de licenças de construção, exploração ou outros títulos essenciais à atividade, ou quando existe risco de caducidade por inação ou atrasos. Verificamos se os pressupostos legais se verificam, se foi respeitado o direito de audição e se há margem para reagir ou regularizar a situação.
Quando decisões públicas afetam de forma relevante propriedade, iniciativa económica ou outros direitos fundamentais, avaliamos a compatibilidade com a constituição. Em ações administrativas e recursos, levantamos questões de direito constitucional e acompanhamos, quando necessário, processos junto do Tribunal Constitucional.
É a obrigação do Estado ou de outras entidades públicas indemnizarem danos causados por atos ilícitos praticados no exercício de funções públicas, incluindo omissões injustificadas ou atrasos significativos. Analisamos a conduta administrativa, avaliamos dano e nexo causal, trabalhamos com peritos na quantificação de prejuízos e intentamos ações de responsabilidade civil extracontratual do estado quando existam fundamentos sólidos.
Sim. Em matérias de ambiente e ordenamento do território, trabalhamos licenciamento, avaliação de impacte ambiental, condicionantes de planos e sanções ambientais, articulando sempre com o quadro de direito administrativo e constitucional aplicável.
Pesamos três fatores: probabilidade jurídica de êxito, capacidade de prova (documental e pericial) e impacto económico e regulatório do litígio. Só recomendamos avançar quando a ação se enquadra numa estratégia global de redução de danos ou de recuperação de investimento.
Logo que surjam projetos dependentes de decisão administrativa relevante, sinais de indeferimento, silêncio prolongado da administração ou decisões que comprometam investimentos já feitos. Quanto mais cedo houver intervenção técnica, maior a margem para corrigir o procedimento, evitar caducidade e reduzir a necessidade de longos litígios.